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Linha
do Tempo.
Nossa
história contada passo a passo.
IMIGRAÇÃO
- 1827
O primeiro grupo organizado de imigrantes
alemães que se estabelece em São Paulo desembarca
no porto de Santos, em dezembro de 1827, vindo do Rio de Janeiro
a bordo da galera holandesa Maria. São 226 alemães,
a maioria camponeses. Recebem cada um 160 réis por dia e
400 braças quadradas de terras (cerca de 880 m²) para
cultivo, em um local chamado Santo Amaro, próximo à
capital da província, São Paulo, à época
uma das menores e menos expressivas do país. Trazem na bagagem
ferramentas, sementes, livros, instrumentos musicais e a preocupação
de se adaptar à nova terra e garantir e educação
para os filhos. Gibt es auch Schulen?, ou "Haverá escolas
para nossos filhos?", se perguntam. Sabem que é necessário
aprender o português, a geografia e a história do país
para viver bem e relacionar-se com o povo. Ao mesmo tempo, querem
que seus filhos não percam a ligação com sua
pátria de origem.

Foto da época com imigrantes alemães
FUNDAÇÃO
- 1879
Na
segunda metade do século XIX, a colônia germânica
adquire estrutura associativa e ganha vitalidade: tem algumas das
principais lojas, profissionais liberais de credibilidade e alguns
reconhecidos impulsionadores do progresso da província. Cerca
de dez pessoas, de níveis de formação variados,
dispõem-se a ensinar a língua alemã. O ano
de 1871 é marcado pela unificação dos 25 estados
alemães em um império dirigido por Guilherme I. O
fato repercute em São Paulo, onde surge a Deutsche Evangelishe
Gemeinde, ou Comunidade Evangélica Alemã. No dia 22
de setembro de 1878, é realizada assembléia para fundação
de uma sociedade por ações para manutenção
de uma escola alemã. A Deutsche Schule São Paulo é
aberta dia 7 de janeiro de 1879, num prédio alugado na rua
da Constituição, 19 (hoje rua Florêncio de Abreu).
Bertha Wegner e Otto Stieher são seus primeiros professores.
Prédio
da Rua da Constituição, 19
ESCOLA
ALEMÃ -1889
A
Sociedade para Manutenção de uma Escola Alemã
(Aktiengesellschaft zur Erhaltung Einer Deutschen Schule) é
transformada na Verein Deutsche Schule São Paulo - Associação
Escola Alemã de São Paulo, organização
jurídica mais adequada à angariação
de fundos. Em 18 de novembro de 1886, a Escola Alemã recebe
um visitante ilustre, o imperador D. Pedro II, interessado em conhecer
o funcionamento de uma escola estrangeira. O número de matrículas
aumenta a partir de 1885 e, em 1889, com 173 alunos, os diretores
da Associação decidem comprar o prédio da Florêncio
de Abreu. As instalações são modernizadas e,
com o tempo, a escola ganha uma biblioteca, espaço para ginástica
feminina (uma ousadia para a época), passa a ensinar física,
trabalhos manuais e reforça o ensino da língua portuguesa.
O Teatro Santana, um dos locais de maior prestígio na cidade,
é palco da comemoração do jubileu de prata
da escola em 1903. Representantes da comunidade alemã, autoridades,
ex-alunos, professores e amigos participam da celebração.

D.
Pedro II
CRESCIMENTO
E EXPANSÃO-1910
A
cultura alemã ganha prestígio e influência no
Brasil no início do século. A Deutsche Schule torna-se
escola de elite, com o número recorde de 208 alunos, e tem
de se expandir. São criadas duas filiais, nos bairros da
Barra Funda e da Consolação. O crescimento traz novas
idéias ousadas e um conflito na área pedagógica.
Um plano de ensino, que propõe dois currículos (A
e B), um para alunos alemães e outro para alunos brasileiros,
é rejeitado, provocando uma cisão entre os professores,
o afastamento de contribuintes e a transferência de alunos.
A recuperação é lenta e difícil, mas,
no final de 1908, o aumento significativo do número de alunos
já leva a pensar em novas instalações. Surge,
em 1910, o Fundo para Construção da Escola (Schulhausbaustiftung),
tendo como mentor principal o advogado Johann Paul Lehfeld. A nova
escola é erguida na rua Olinda, 46-48 (atual praça
Roosevelt), próxima à igreja da Consolação.
A 15 de junho de 1913, o Fundo dá posse do prédio
à diretoria da Verein Deutsche Schule. Com a mudança,
a colônia alemã passa a referir-se à escola,
por muitas décadas, como Olinda-Schule.

Prédio
da Rua Olinda
(hoje Praça Roosevelt)
PERÍODO
DA ALEGRIA - 1923
A
declaração de guerra do Brasil à Alemanha,
em outubro de 1917, afeta o relacionamento da sociedade com a colônia
germânica, gerando afastamentos, suspeitas e intrigas. A escola
perde sócios e 70 alunos, e falece o presidente da Verein
Deutsche Schule, Heinrich Bamberg. Defendendo a associação
e a escola como entidades brasileiras criadas por alemães,
os diretores da mantenedora encontram em Ernst Diederichsen um líder
capaz de entender e enfrentar o momento. Diederichsen percebe que
o caminho mais rápido para a recuperação é
fundir a Deutsche Schule com outra escola de prestígio e
inicia negociações com a Höhere Knaben-und Mädchenschule,
dirigida por Helene Stegner-Ahlfeld e Gustav Adolf Hoch. Esses dois
professores assumem a direção da escola resultante
da fusão, que mantém o nome Deutsche Schule São
Paulo. Hoch se integra de tal forma ao espírito da instituição
que conduz a escola por quase 19 anos (de 1923 a 42). A época
desse notável florescimento da escola passa a ser conhecida
como Período da Alegria. Em 1925, a Deutsche Schule recebe
do governo alemão o grau de Oberrealschule, equiparando-se
às escolas secundárias alemãs.
Gustav
Adolf Hoch
JUBILEU
- 1928
O
prestígio da escola é extremamente elevado, em 1928,
ano de comemoração dos 50 anos. O próprio presidente
da República da Alemanha, marechal von Hindenburg, manda
mensagem de felicitações. A imprensa abre espaço
para o evento, principalmente o Deutsche Zeitung, da colônia
alemã. Pais de alunos e o público em geral visitam
a exposição de material didático e de trabalhos
manuais feitos em classe. Estudantes mostram sua perícia
na ginástica e outras modalidades esportivas. No dia 7 de
setembro, a Escola Alemã de São Paulo chama atenção
no desfile cívico com jovens alunas se apresentando em calções
de ginástica. É a primeira vez que moças desfilam
com as pernas à mostra diante da tímida platéia
paulistana. A crise econômica de 1929 afeta a Deutsche Schule,
que passa a depender de benfeitores, como Clementine Brenne, que
doa parte de sua fortuna à Sociedade Beneficente Alemã
e à escola. A participação de alguns professores
na Revolução de 32 dá início a uma tendência
de "brasileirização" da Escola Alemã.
O governo alemão já reconhece a escola, mas o governo
de São Paulo não. A solução é
criar um Ginásio Brasileiro-Alemão, em 1935. Martha
Engelbert assume a nova secretaria, tarefa que desempenha com eficácia
e em tempo recorde.

Circular
comemorativa do Jubileu
FASE
TEMPESTUOSA - 1937
A crescente
onda de nacionalismo no Brasil, principalmente com o Estado Novo
de Getúlio Vargas, força a brasileirização
de entidades mantidas por colônias e instituições
estrangeiras. A Verein Deutsche Schule São Paulo é
substituída pela Associação Escolar Brasileiro-Alemã
- Colégio Brasileiro-Alemão, atendendo à nova
legislação. Durante a Segunda Guerra a opinião
pública brasileira se inclina a favor dos aliados e muitas
vozes se erguem pedindo intervenção na escola, período
que fica conhecido como Fase Tempestuosa. Já em 1940, por
efeito da Guerra, o número de matriculados cai de 947 para
770. Em março de 1942, o diretor Gustav Adolf Hoch recebe
instruções taxativas do governo para promover a substituição
do Conselho Diretor da associação mantenedora, que
deveria ter somente brasileiros natos. A direção é
entregue a Genésio de Almeida Moura e o doutor Hoch passa
à função de Conselheiro Técnico. No
mês seguinte, a mantenedora passa a chamar-se Associação
Visconde de Porto Seguro, tendo na presidência Luis Dumont
Villares. O Colégio Brasileiro-Alemão torna-se Colégio
Visconde de Porto Seguro e o Ginásio Brasileiro-Alemão
passa a ser chamado Ginásio Visconde de Porto Seguro. Acusado
de continuar interferindo na direção do colégio,
o professor Hoch é preso em julho e acaba por falecer na
Hospedaria dos Imigrantes, então usada como prisão
política

Brasão
do Colégio
A
ERA TURELLI - 1947
Já
no pós-guerra, em março de 1947, o professor Hamilcar
Turelli, vice-diretor desde 1943, assume a direção
geral, que deixa somente em dezembro de 1984. A Era Turelli é
tida como o mais longo e fecundo período administrativo da
escola. A idéia de se construir um novo prédio para
o colégio surge em 1951, bem como a proposta de se transformar
a associação em fundação. A transformação
é efetivada em 1955, em assembléia que também
elege a primeira diretoria da Fundação Visconde de
Porto Seguro. Em 1958, cerca de 5 mil pessoas, reunidas em uma grande
festa no Ginásio do Ibirapuera, comemoram os 80 anos do Porto
Seguro. No final daquele ano, o número de matrículas
já chega a 1.400 e é decidida a mudança do
colégio do prédio da praça Roosevelt para um
terreno junto ao rio Pinheiros, no bairro do Morumbi, região
de alto padrão e de crescente urbanização.
Um concurso entre arquitetos, em 1959, aponta como vencedor o projeto
assinado por Plínio Croce, Roberto Aflalo e João Xavier.
Começam as obras de terraplenagem da área.

Hamilcar
Turelli
CURRÍCULO
B - 1962
Dos
1.387 alunos matriculados, em 1962, 1.183 são brasileiros,
112 alemães, 15 austríacos, 9 italianos e os restantes
pertencentes a várias outras nacionalidades (em 1942, alemães
e filhos de alemães representavam 68% do total de matriculados).
O Brasil começa a tomar consciência do grave problema
de analfabetismo e a Fundação abre classes para alfabetização
de adultos. O projeto das avenidas marginais do rio Pinheiros, em
1964, coloca o terreno adquirido no Morumbi entre as áreas
a serem desapropriadas. O colégio já tem 1.450 alunos
matriculados e a Fundação decide retomar parte do
prédio da praça Roosevelt, que está alugada,
e realizar obras de recuperação. Um novo terreno é
adquirido na parte alta do Morumbi e o projeto arquitetônico
é adaptado. Em 1966, é criado o Currículo de
Ensino Intensivo de Alemão (Deutscher Zug), ou Currículo
B, para o curso secundário, incorporando características
alemãs para o ensino da língua. O diretor Turelli
consegue autorização do Conselho Consultivo para abrir
um curso gratuito voltado a crianças carentes.

NOVAS
INSTALAÇÕES - 1974
A
mudança para as novas instalações no Morumbi
ocorre finalmente em outubro de 1974. Métodos inovadores
de ensino são adotados. Em 1975, o professor alemão
de música Karl Richter passa a dirigir o Coral do Colégio
Porto Seguro. Em novembro de 1976, milhares de pessoas comparecem
à inauguração do ginásio de esportes
do Morumbi e o entusiasmo leva à criação do
cargo de diretor de esporte. Uma tragédia marca a volta às
aulas em 1978, o professor Albrecht Tabor, considerado o mais popular
do colégio nos 50 anos em que nele atuou, morre assassinado
no Sri Lanka, durante sua viagem de férias. O ano do centenário
é marcado pela outorga do Prêmio Educação
Visconde de Porto Seguro ao professor Hamilcar Turelli. A grande
festa de comemoração, com a presença de mais
de 12 mil participantes, inclui até a montagem de um circo
no campo de futebol e é encerrada com espetáculo pirotécnico.
Uma série de eventos esportivos, culturais e sociais também
marcam a data. Em 1981, é adquirida uma área para
construir a Unidade II do colégio na região de Valinhos
(SP), destinada a atender a comunidade criada em torno de indústrias
como Mercedes-Benz, Krupp, Bosch e Siemens que ali se instalam.
A Unidade II é inaugurada em 1982, ano em que o presidente
da Alemanha Ocidental, Karl Carstens, visita o colégio. Nenhuma
visita desperta tanto entusiasmo, no entanto, como a do rei e da
rainha da Suécia, em abril de 1984. A soberana, que quando
solteira chamava-se Sílvia Sommerlath, foi aluna do colégio,
de 1949 a 56. O ano de 1984 marca também a aposentadoria
do professor Hamilcar Turelli, após 43 anos de dedicação
ao Porto Seguro.

Sílvia Sommerlath Rainha da Suécia
aluna do colégio, de 1949 a 56
PROGRAMA
DE INTERCÂMBIO - 1988
Ao
completar 110 anos, em 1988, a Unidade I do Porto Seguro tem 4.566
alunos. A Unidade II atende a 1.729 estudantes de nove cidades da
região, principalmente, de Campinas. Desenvolve-se um amplo
programa de intercâmbio, com 40 alunos enviados à Alemanha
e 40 vindos daquele país. Também é elaborado
um programa de quatro semanas em escolas e com famílias da
classe média inglesa. A unidade do Morumbi é ampliado
com novas salas de música, de informática e de laboratórios
para o ensino de alemão e inglês. Em 1989, são
instalados laboratórios de informática também
na Unidade II. Com apoio do Instituto Pedagógico Brasil-Alemanha,
o Porto Seguro assume a missão de reciclar os professores.
Ao completar 25 anos, em 1991, a Escola da Comunidade soma mais
de 850 alunos atendidos. Em 1992, o Fórum da Informação
Profissional mobiliza dezenas de profissionais e ex-alunos para
contar suas experiências e proporcionar aos jovens do Porto
Seguro uma melhor avaliação dos seus projetos de vida.
O Curso de 2º grau Habilitação Específica
para o Magistério (atual Curso Normal) é iniciado
em 1993 com 36 alunos das 8ªs séries. Em abril desse
ano, o colégio despede-se de colaboradores que se aposentam
e cujo tempo dedicado ao Porto Seguro soma 332 anos. São
eles Dna. Maria Cecília Moses, Dna. Wilma Rodrigues, Dna.
Ilka Neudecker, Dna. Edith Dissmann, Dna. Gerda Stoll, Dna. Martha
Engelbert, Dna. Adyr Fontana, Prof. Geraldo M. Ferreira e prof.
Ayrton Lanfredi.

COMEMORAÇÃO
DOS 120 ANOS - 1998
Ao
completar 120 anos de fundação, em 1998, o Colégio
Visconde de Porto Seguro tem quase oito mil alunos em suas três
unidades, que inclui a Unidade III, no Parque Panamby, em São
Paulo, que inicia suas atividades em 1997, com a inauguração
do prédio da Educação Infantil. O ministro
da Educação, Paulo Renato Souza, participa das comemorações.
O Porto Seguro mantém Serviço de Apoio Educacional
e Pedagógico, Grupos de Orientação Profissional,
Fórum de Informação Profissional e um Projeto
de Orientação Sexual. Alunos e professores participam,
periodicamente, de viagens e cursos de intercâmbio com a Alemanha,
Inglaterra e Estados Unidos. Tem três currículos diferenciados:
o Currículo A, ou brasileiro, em que o alemão é
estudado como idioma estrangeiro; o Currículo B (Deutscher
Zug), em que os alunos estudam as disciplinas em português
e alemão; e o Currículo G, Escola da Comunidade, da
Educação Infantil à 8ª Série do
Ensino Fundamental. O ensino gratuito se estende às aulas
de artesanato, na Escola de Mães, e à Alfabetização
de Adultos. Em junho de 1999, a Unidade III, agora completa, é
inaugurada com a presença do vice-chanceler da Alemanha,
Joschka Fischer.

120
anos
2002
- autonomia, cooperação e respeito.
O ano letivo 2002 nasceu com um plano de ação
calcado numa prioridade: desenvolver, nas crianças e jovens,
três atitudes: autonomia; cooperação e respeito.
Desenvolvemos, nas três Unidades, o Programa de Valorização
da Saúde Física, Mental e Social.
No Portinho - a quarta Unidade, a proteção à
saúde física é um diferencial. O cuidadoso
serviço de Nutrição oferece, nos dois lanches
por período, almoço e jantar, dieta balanceada e saudável.
As crianças, a partir de um ano e meio, já se educam,
no grupo, a diversificar o gosto e a ingerir alimentos adequados
ao crescimento. As atividades físicas são realizadas
nos amplos espaços de convivência.
Através do Centro Pedagógico do Colégio, as
quatro Unidades mantiveram-se coesas na filosofia e na ação
educativa. Planejamento comum, intercâmbio de experiências,
estudo e atualização contínua dos profissionais
têm garantido o padrão de qualidade da educação
porto-segurense.
Destaque-se, neste ano, a implantação do Portal Educacional
do Colégio Visconde de Porto Seguro que, juntamente com a
ampliação, reestruturação e modernização
da Informática em todos os setores, instalou a cultura on-line
e agregou expressivo valor aos recursos pedagógicos e de
comunicação disponíveis à comunidade
escolar.
A nosso ver, isto é mudar o rumo da História: formar
os futuros cidadãos que, utilizando criticamente as novas
tecnologias, valorizando a saúde dos homens e do planeta,
e agindo com autonomia, cooperação e respeito, sejam
capazes de criar novos ritmos para este milênio. É
esse o projeto pedagógico do Colégio Visconde de Porto
Seguro. Sem mágica, aí está a magia da nossa
educação.

2003
- 125 anos
Num
"flash", voltemos os olhos para o passado, nosso alicerce.
O Colégio nasceu no século XIX e entra no século
XXI, pisando-o vitorioso: uma nova Unidade credibilidade e respeito
público incontestáveis, e a opção sempre
renovada por uma educação em sintonia com os apelos
do tempo atual.
Ao todo, a Instituição conta, neste ano, com: 500
professores, 32 diretores e orientadores e 620 funcionários
internos para 10.222 alunos.
Adentrando o 3º Milênio, temos nas mãos o destino
de uma parcela significativa de mais de dez mil vidas. E são
elas que desenharão este século XXI e este milênio,
não seremos nós! Daí a importância de
se ter sensibilidade para ouvir os gritos do nosso tempo; lucidez
de propósitos; e uma ação educativa organizada
e eficiente em direção a esses propósitos.
Foi com esta visão estratégica - NECESSIDADE ->
PROPÓSITOS -> AÇÃO - que a Diretoria elegeu
a ESPIRITUALIDADE como valor a enfatizar em 2003.
As diretrizes para o ano podem assim resumir-se: teremos um eixo
central, a que chamamos "Uma História de 125 anos".
Esse é o grande projeto a ser desenvolvido. Em nível
institucional, a Fundação já se mobilizou no
planejamento de uma grande Festa Comemorativa para a comunidade
de alunos e ex-alunos. Para setembro, planeja-se uma Festa Brasileira
e Alemã, no estádio do São Paulo Futebol Clube
(o Morumbi).
Em nível pedagógico interno, enfatizaremos este projeto
- "Uma História de 125 anos educando para uma vida com
sentido" - em atividades de sala de aula, com os alunos.
Temos claro o perfil de cidadão que queremos formar. Ele
está definido no Plano escolar, nas 5 atitudes que precisamos
sempre ter em mente: autonomia, respeito, cooperação,
compromisso com a transformação social, sensibilidade
e flexibilidade para viver num mundo em mudanças.
E também temos consciência da urgência deste
início de Milênio: educar o homem integralmente, não
esquecendo o que, na essência, nos diferencia /e nos constitui:
somos seres capazes de controlar o nosso destino e dar um sentido
à nossa vida

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